(Por Scott Ritter, in Substack, 09/01/2026, Trad. Estátua de Sal)

Desta vez, o camelo ficou com o nariz a sangrar. Da próxima vez — se houver uma próxima vez — o camelo pode não sobreviver.
Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

Noutro dia, escrevi um post que usava uma analogia envolvendo um camelo e uma tenda — em resumo, para impedir que o camelo entrasse na tenda depois de enfiar o nariz por baixo dela, era preciso bater-lhe no nariz.
Ontem à noite, a Rússia deu um soco no nariz do camelo.
O uso do míssil Oreshnik contra alvos estratégicos de energia localizados perto da cidade ucraniana de Lvov, no oeste do país, combinado com um ataque massivo a alvos das infraestruturas energéticas em Kiev, representa uma resposta cristalina aos ataques contínuos do Ocidente às infraestruturas energéticas russas, incluindo ataques com drones apoiados pela CIA a refinarias de petróleo russas e apreensões pela Marinha dos EUA de petroleiros com bandeira russa.
O Ministério da Defesa russo também relacionou os ataques russos com os ataque com drones ucranianos que teve como alvo a residência do presidente Putin no final do mês passado.
O uso do Oreshnik é sempre uma grande escalada que não é totalmente apreciada por aqueles que casualmente incentivam o seu emprego. É apenas a segunda vez na história que um míssil estratégico de alcance intermédio com capacidade nuclear é usado em combate (a primeira foi o uso inicial do Oreshnik em 21 de novembro de 2024).
Desta vez, o Oreshnik atingiu um alvo próximo da fronteira entre a Ucrânia e a Polónia. O sinal que este ataque enviou às nações da NATO é claro: a Rússia tem a capacidade de atacar as nações da NATO com impunidade, utilizando armamento convencional não nuclear. A NATO não tem capacidade para se defender contra tal ataque.
Foi interessante que a Rússia tenha optado por disparar o Oreshnik a partir da instalação de testes de mísseis de Kaputin Yar. A Rússia e a Bielorrússia anunciaram recentemente que uma brigada equipada com Oreshnik foi colocada em serviço de combate numa base na Bielorrússia. Mas o ataque não teve origem nesta unidade.
A Rússia indicou que está a colocar em campo brigadas adicionais equipadas com Oreshnik. Kapustin Yar é um local onde o equipamento de combate do sistema de mísseis Oreshnik é adstrito ao pessoal que o opera para o treino final e a preparação técnica necessária antes que uma unidade possa ser considerada pronta para o combate. O recente lançamento do Oreshnik em Lvov pode ter sido um evento de treino operacional reaproveitado com o objetivo de enviar uma mensagem ao Ocidente.
Este não foi um lançamento a partir de um recurso estratégico que foi colocado em serviço de combate. Foi um evento de treino operacional. Há uma diferença.
A Rússia parece estar mais uma vez a enviar uma mensagem ao Ocidente de que procura limitar a escalada. Desta vez, o camelo ficou com o nariz a sangrar. Da próxima vez — se houver uma próxima vez — o camelo pode não sobreviver. Esperemos que o Ocidente seja suficientemente sofisticado para compreender a mensagem que a Rússia parece estar a enviar.
Fonte aqui
A última trumpalhada. Quer que a Rússia e a China lhe comprem petróleo. Por alma de que demônio e que a Rússia, que tem petróleo de sobra e esse e um dos motivos pelos quais enfrenta esta guerra proxy, lhe havia de comprar petróleo?
Porra, já não há camisas de forças nos Estados Unidos?
Já na Ucrânia continuamos a ter a CNN Portugal a garantir nos que a Rússia esgotada e sem reservas pelas enormes perdas humanas e matérias sofridas na Ucrânia.
Pelo que agora e que e que os nazis vão marchar triunfantes em Moscovo.
O que e que interessa que levem no focinho com as avelãs?
A Rússia só está a usar as avelãs porque está desesperada.
E sempre assim que justificam quando os nazis apanham com um fogo rijo em cima.
Já não há pachorra.
E no Irão os guarimbas lá do sítio fazem o trabalho possível instigados por um filho do passado dos cornos destituído em 1979.
Para quem ainda acha que os russos não andaram bem em matar toda a família directa do Czar.
Foi uma barbaridade mas se assim não fosse isso se calhar andavam hoje às voltas com a destruição de Moscovo as maos de gente que nunca soube o que era viver no tempo do Czar.
Por azar os iranianos não conseguiram fazer o mesmo.
Em todo o lado há gente dessa.
Ainda bem que o Salazar não deixou família directa mas cá temos o CU.
Vamos lá ver como nos corre a vida.
Pois, assim como a Coringa Malvado vai pedinchar ao Trampas um cargo de capataz do Grande Irmão no seu país de origem, provavelmente oferecendo-lhe de mão beijada o Nobel da Paz como quem oferece a terrina de loiça da bisavó que herdou, a custo mas sem grande prejuízo, transformando o prémio numa espécie de valor mobiliário, o Pudin tem uns Oreshniks para oferecer, sem pedir nada em troca, aos vassalos europeus do Grande Irmão se quiserem continuar obcecados com ele enquanto se desfazem em desculpas e justificações para com o Big Boss e os seus desmandos, agressões, invasões, etc.
O chefe do Kremlin não pretende nenhum Nobel, nem oferecido – verdade seja dita que também a Academia não lho daria, pois não faz parte do grupo do “mundo livre” que tanto preza, com o seu “farol que tudo ilumina e tudo vê”. Já Trump farta-se de chorar por um, e até serve se for em segunda mão, tem é de ser um grande negócio, daqueles descritos na sua magnum opus, Art of the Deal. Um bom “business” também para lixar a Academia nórdica por ter feito a desfeita de não agraciar o grande estadista fascizóide – ver a premiada oficisl usá-lo para “subir na vida” será uma produção que a fará certamente empalidecer (ainda mais) perante tal subversão, e inveja a muito produtor pornográfico pelo “blockbuster” realizado neste gélido mês de Janeiro.
Assim vai o mundo ao redor da Pategónia, que ontem reuniu o seu Conselho de Estado para fazer de conta que estão a par e no controlo da situação. Mas nem internamente conseguem parar a sucessão de mortos à espera de ambulâncias de urgência, imagine-se o que farão as suas sabujas acções e servis palavras no âmbito internacional, bajulando as Coringas, os Trumps, os Zelenskys, as Academias, todos menos o Pudin que está estragado e desestabiliza o mundo inteiro.
Estas carolas direitolas não páram… e agora com tanta neve, até se atolam!
E tudo isto não deixa de ser caricato ainda que trágico.
Nas destruições protagonizadas pelo Império anteriores era comum nas conversas de café a volta das das cervejas, do tinto e das sandes de courato os comentadeiros de taberna dizer a propósito do dirigente do país acossado, “ele tem de ser derrubado. E louco. Se fosse presidente de um país poderoso destruiria o mundo”.
Pois agora teem mesmo um louco a frente do pais mais poderoso do mundo. Louco, cruel e sanguinário.
Assessorado por um vice muito mais novo e que não e melhor.
Mas descansem que não destruirá o mundo, apenas todos os que não se curvarem a sua vontade.
Quanto a nós, resta saber quanto tempo aguentaremos como escravos sem direito a nada.
E temos os nossos presstitutos a dizer asneiras como a de que Trump teria trocado a Venezuela pela Ucrânia.
Como se a Rússia precisasse da nossa autorização para ir às trombas dos nazis. Se achasse que precisava nunca teria acontecido 24 de Fevereiro de 2022.
Mas como a ideia não e sacar recursos, claro que a Rússia não agiu com a selvageria que os Estados Unidos usam na Venezuela porque, ao contrario do que dizem as enguias do Bloco de Esquerda outros que se dizem de esquerda o que se passa na Ucrânia não é sobre sacar recursos mas sobre impedir um genocídio.
E isso implica a contenção que salva vidas.
E o que se passa na Venezuela deve se a distância que impede muita coisa e também ao facto de a Rússia não querer entrar em conflito direto com uma nação de fanáticos religiosos comandada por um louco homicida.
Por isso presstitutos de todo o mundo, poupem nos as vossas sandices.
Em nome da decência, da humanidade e da mais elementar vergonha no focinho.
E e normal que a Rússia ponha agora o pé no acelerador antes que mais filhos de um comboio de putas pensem em fazer a Putin o mesmo que fizeram a Maduro.
O primeiro deve estar ainda a pensar por que milagre do santo protector dos cetáceos musculados que vestidos parecem peixes espada subdesenvolvidos e que saiu livre do Alasca.
O resultado é conversa para boi dormir.